
A subtenente da Polícia Militar, Marlene de Brito Rodrigues, 59, foi morta com um tiro no pescoço nesta segunda-feira (6/4), emmm Campo Grande. O caso ocorreu na casa onde ela morava, no Conjunto Habitacional Estrela d’Alva I. O marido dela apresentou versões contraditórias sobre o caso e acabou preso pela polícia. O homem de 50 anos deu ao menos quatro versões diferentes às equipes de segurança pública e saiu preso e algemado, suspeito do crime. Inicialmente, afirmou que a subtenente pegou um revólver da própria corporação e tentou tirar a própria vida.
Segundo ele, ao tentar impedir, segurou a mão da vítima, momento em que o disparo ocorreu. A versão passou a ser questionada após relatos de testemunhas. Uma vizinha pulou o muro da residência ao perceber a situação e acionou um policial à paisana, que teria encontrado o suspeito com a arma em mãos. Em outro momento, o homem disse que o revólver estava no chão, o que reforçou as contradições. Diante das inconsistências, o suspeito foi encaminhado para a delegacia, algemado.
O homem possui antecedentes por roubo, homicídio e violência doméstica. Ele não é policial militar. Marlene ingressou na Polícia Militar na década de 1990 e integrou uma das primeiras turmas femininas da corporação no Estado. O caso é investigado e, se confirmado o feminicídio, será o nono do ano em Mato Grosso do Sul. O namorado, de 50 anos, da subtenente da PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi preso por feminicídio após apresentar versões diferentes sobre a morte da militar no final da manhã desta segunda-feira (6). Fardada, ela foi encontrada sem vida em sua própria casa, no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande.
A subtenente estava há 37 anos na Polícia Militar e atuava na Ajudância Geral. O crime ocorreu no horário do almoço e, após dar versões contraditórias dos fatos, o namorado foi preso em flagrante pelo feminicídio. No local, um vizinho do namorado reforçou para a polícia que ela mesma teria tirado a própria vida. “Ela foi ao canto da sala e cometeu suicídio, ele [namorado] avançou e segurou na mão dela e ela apertou o gatilho”, disse um militar que atendeu a ocorrência. Tempos depois, o namorado apresentou versões contraditórias. “Ele entrou em várias contradições quando foi encontrado com a arma na mão.
Em uma das primeiras versões, ele alega que a arma estava caída. Então, já entrou na quarta versão dos fatos, não podemos acusar nem inocentar”, frisou. Marlene e o namorado estavam juntos há cerca de um ano e seis meses; entretanto, testemunhas relataram que eles passaram a conviver na mesma casa há pouco tempo. “Ele já tem passagens por roubo, homicídio e violência doméstica [mas não com a atual convivente]”, esclareceu.
Agora, algemado, o namorado foi encaminhado para a Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher). Marlene, que também é policial, teria pulado o muro da casa e encontrado o namorado com o revólver na mão. Contudo, para a polícia, o parceiro da vítima apresentou versões diferentes do ocorrido.
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