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Câmara Municipal de Ivinhema avança na realização de concurso público

Instituto de Avaliação Nacional já esteve envolvido em situações de concursos suspensos, entre eles o da Câmara Municipal de Bonito, realizado em 2024

06/04/2026 às 12h57 Atualizada em 11/04/2026 às 11h23
Por: George Cabral, Jornal Ivi MS Fonte: Transparência
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Divulgação
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Ivinhema

A Câmara Municipal de Ivinhema deu mais um passo importante para a realização de um novo concurso público atendendo recomendação do Ministério Publico estadual ao definir a banca organizadora do certame: o Instituto de Avaliação Nacional (IAN).

Veja no link abaixo materia publicada pelo jornal Midiamax em 20 - 07 - 2025

https://midiamax.com.br/politica/transparencia/2025/mp-firma-acordo-com-camara-de-ivinhema-para-evitar-servidores-apadrinhados/

A contratação da instituição foi realizada por meio de dispensa de licitação, com valor fixado em R$ 150 mil. A medida segue os trâmites legais e contribui para dar maior agilidade ao processo de organização do concurso.

Com a definição da banca, o certame avança para uma nova etapa, aumentando a expectativa pela publicação do edital, que deverá reunir informações como número de vagas, cargos disponíveis e níveis de escolaridade exigidos.

A realização do concurso atende à necessidade de recomposição do quadro de servidores da Câmara, além de reforçar a transparência e a eficiência na administração pública.

No entanto, a escolha da banca também gerou questionamentos nas redes sociais. Internautas apontam que o Instituto de Avaliação Nacional já esteve envolvido em situações de concursos suspensos, entre eles o da Câmara Municipal de Bonito, realizado em 2024.

O Instituto de Avaliação Nacional (IAN) foi responsável pela organização do concurso público da Câmara Municipal de Bonito-MS em 2024, que foi temporariamente suspenso em 15 de outubro de 2024 por decisão judicial.  A suspensão ocorreu devido a irregularidades apontadas pelo Ministério Público e pelo Poder Judiciário, incluindo a ausência de estudos de cargos, falta de equipe de planejamento adequada e a composição da comissão fiscalizadora por servidores comissionados, o que comprometeu a impessoalidade do certame.

O instituto manteve que sua contratação foi regular e buscou esclarecimentos junto ao Ministério Público e ao Judiciário, enquanto aguardava uma decisão judicial sobre a remarcação da prova objetiva, prevista originalmente para 20 de outubro de 2024. O concurso visava preencher 11 vagas, com salários variando entre R$ 1.742,74 e R$ 9.022,99, mas sua continuidade ficou condicionada à revisão da suspensão pelo juízo competente.

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